sábado, 21 de dezembro de 2013

Governo federal libera R$ 1,15 milhão para estudos de viabilidade do VLT de Campinas

21/12/2013 - Correio Popular - Campinas

O Ministério das Cidades vai financiar a elaboração do estudo de viabilidade econômica do veículo leve sobre trilhos (VLT), projeto que a Prefeitura de Campinas quer retomar e que deverá custar R$ 1,1 bilhão para ligar o Terminal Metropolitano, no Centro, ao Aeroporto Internacional de Viracopos. O prefeito Jonas Donizette (PSB) informou nesta sexta-feira (20) que o ministério autorizou R$ 1,5 milhão para contratar o estudo, que será licitado em janeiro e com previsão de conclusão em 180 dias após a assinatura do contrato. O estudo vai definir, também, qual o melhor traçado para o VLT passar e que poderá, inclusive, não ser o mesmo por onde circulou, entre 1990 e 1995. A proposta do prefeito, levada ao ministério em agosto para ser incluída no novo PAC da Mobilidade Urbana, é que além de ligar o centro ao aeroporto, o VLT possa alimentar os futuros corredores Ouro Verde e Campo Grande por onde circularão os BRTs e o Corredor Noroeste.

Fracasso

O VLT circulou entre 1990 e 1995 e foi o maior fracasso na tentativa de dotar a cidade de um sistema alternativo de transporte, e que significou um desperdício de US$ 120 milhões, gastos nos trilhos e nas estações, algumas das quais nunca chegaram a funcionar. Jonas disse que a experiência do passado não deve contaminar as discussões atuais, porque a cidade, especialmente a região Sul, precisa de transporte de média capacidade.

Se a opção for por usar o leito ferroviário desativado (o da antiga Sorocabana sai do Centro e corta a região sul e que teve parte usada pelo VLT) será preciso construir novas vias que ainda não estão definidas. O leito da Sorocabana corta uma região com a maior concentração populacional da cidade e onde está a parcela mais pobre da população.

Situação preocupante

A situação de Campinas é preocupante e a cidade, segundo Administração, não pode mais vacilar em adotar novos políticas que privilegie fontes de investimentos em mobilidade urbana em transporte coletivo de massa. Assim, o BRT é o primeiro lance nesse sentido - o projeto executivo deverá estar concluído até 31 de dezembro.

Campinas tem muitos dos leitos ferroviários desativados preservados. No passado, a cidade teve a Companhia Mogiana de Estrada de Ferro que sai da Estação Guanabara rumo a Minas Gerais; a Companhia de Estrada de Ferro Sorocabana que ia para Indaiatuba, da Companhia Paulista de Estrada de Ferro que liga Campinas a São Paulo e ao interior, o Ramal Férreo Campineiro, que ia até Sousas/Joaquim Egídio e a Funilense, que ligava Campinas a Cosmópolis.

Malha

A cidade tem 120 quilômetros de leitos ferroviários dentro do município, com 654 metros quadrados de área útil para oficinas e manobras. Os leitos conectam o Centro aos principais bairros e aos principais municípios da Região Metropolitana de Campinas (RMC). Mas tudo isso é espaço de abandono. O Plano Diretor de Campinas de 2006 definiu pela preservação dos leitos férreos desativados para transporte de passageiros, local, turístico ou lazer e também orientou o reestudo do sistema VLT, analisando alternativas de traçado de localização das estações e integração plena ao sistema por ônibus.

O único trecho ativo é o da Paulista. O restante está ocupado, invadido, com construções em cima. O uso desses trechos para o transporte não será fácil. Mais conhecido pela denúncia de irregularidades na contratação da obra (superfaturamento e licitação viciada) que pelos benefícios que trouxe à população, o VLT nasceu da tentativa do ex-governador Orestes Quércia de cooptar o prefeito Jacó Bittar, então recém-saído do PT. O projeto esbarrou em "dificuldades técnicas" que as seguidas liberações de recursos não conseguiram contornar.

terça-feira, 26 de novembro de 2013

Santos divulga traçado do VLT na Francisco Glicério

18/11/2013 - G1 Santos

A Prefeitura de Santos, no litoral de São Paulo, divulgou nesta segunda-feira (18) um vídeo que mostra como ficará o trecho da Avenida Francisco Glicério entre os canais 1 e 2, que recebe semanalmente uma feira livre e por onde passará o Veículo Leve sobre Trilhos. A apresentação aconteceu durante uma reunião entre o prefeito e os feirantes da cidade.

A feira livre que acontece no local é a maior de Santos, se estende por mais de um quilômetro. O vídeo mostra que a pista sentido Canal 1 terá seu tráfego nornal, mas a Rua Marquês de São Vicente deixará de existir. A feira ficará ao lado das duas linhas do VLT, na pista sentido Gonzaga. Ainda haverá uma ciclovia, atrás das barracas. Jardins e árvores também irão compor a paisagem.

No dia 4 de dezembro acontece uma reunião entre a Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos (EMTU), responsável pelo VLT, e o Ministério Público, para tentar definir o traçado do trem pela avenida, que ainda desagrada os feirantes.

Clique no link e assista o vídeo:

http://g1.globo.com/sp/santos-regiao/noticia/2013/11/prefeitura-de-santos-divulga-tracado-do-vlt-na-avenida-francisco-glicerio.html

terça-feira, 19 de novembro de 2013

Santos divulga traçado do VLT na Francisco Glicério

18/11/2013 - G1 Santos

A Prefeitura de Santos, no litoral de São Paulo, divulgou nesta segunda-feira (18) um vídeo que mostra como ficará o trecho da Avenida Francisco Glicério entre os canais 1 e 2, que recebe semanalmente uma feira livre e por onde passará o Veículo Leve sobre Trilhos. A apresentação aconteceu durante uma reunião entre o prefeito e os feirantes da cidade.

A feira livre que acontece no local é a maior de Santos, se estende por mais de um quilômetro. O vídeo mostra que a pista sentido Canal 1 terá seu tráfego nornal, mas a Rua Marquês de São Vicente deixará de existir. A feira ficará ao lado das duas linhas do VLT, na pista sentido Gonzaga. Ainda haverá uma ciclovia, atrás das barracas. Jardins e árvores também irão compor a paisagem.

No dia 4 de dezembro acontece uma reunião entre a Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos (EMTU), responsável pelo VLT, e o Ministério Público, para tentar definir o traçado do trem pela avenida, que ainda desagrada os feirantes.

Clique no link e assista o vídeo:

http://g1.globo.com/sp/santos-regiao/noticia/2013/11/prefeitura-de-santos-divulga-tracado-do-vlt-na-avenida-francisco-glicerio.html

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

VLT quando começar a operar deverá ter o mesmo preço da passagem do ônibus em São José

24/10/2013 - Rádio Piratininga

O VLT (Veículo Leve de Transportes Sobre Trilhos) de São José dos Campos terá a mesma tarifa dos ônibus urbanos da cidade, quando o mesmo começar a operar. 

A previsão é que as obras comecem no fim de 204 ou início de 2015, para começar a operar em 2016. 

O projeto da Secretaria de Transportes de São José dos Campos prevê a integração total do transporte público, portanto a passagem do VLT e ônibus serão as mesmas. Atualmente a passagem custa R$ 3,00 

O primeiro trecho de obras do VLT e também onde o serviço começará a operar será na região central da cidade, e não mais na zona sul, como antes estava previsto o projeto 

"É um compromisso do governo e uma garantia prevista na legislação em vigor. A lei prevê a cobrança de uma única tarifa no sistema, abrangendo qualquer outro tipo de transporte público que aparecer na cidade", finalizou o secretário de Transportes Wagner Balieiro.

Fonte: Rádio Piratininga
Publicada em:: 24/10/2013

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Largo da Batata deve ganhar bonde

30/10/2013 - O Estado de SP

O Largo da Batata, em Pinheiros, na zona oeste de São Paulo, deve ganhar um bonde. Mas ele não vai levar ninguém a lugar nenhum, já que ficará parado e servirá somente como um enfeite que remete à história da região - ponto final de antigas linhas do serviço, desativado da capital paulista em 1968.

Com as obras de revitalização da área, a Prefeitura encontrou sob o asfalto da Rua Teodoro Sampaio trechos intactos dos trilhos por onde circularam durante décadas alguns dos bondinhos paulistanos. Uma parte desse material, instalado em 1909, foi recuperada e montada na grande praça que se formou na frente da Igreja Nossa Senhora do Monte Serrat.

Agora, a São Paulo Obras (SPObras) negocia com a Secretaria Municipal dos Transportes a possibilidade de arrumar um velho bonde para colocar de enfeite sobre os trilhos, "como forma de preservar e divulgar a memória do bairro". Ainda não há data para isso ocorrer, mas a entrega das obras, iniciadas em 2007 (cuja finalização foi adiada outras vezes), agora está prometida para julho de 2014.

O técnico em máquinas elétricas Feliciano Sousa Santos, de 76 anos, que passa sempre pelo Largo da Batata, aprova a iniciativa. "É interessante, por ser tradicional, creio que ficaria bonito com o bonde." Assim como ele, o advogado Nelson da Silva, de 69 anos, também costumava andar de bondes na juventude. "Mas eu não acho que faz sentido trazer um bonde para o meio da praça. Já existe um museu para isso na Avenida Cruzeiro do Sul (na região central)."

Por sua vez, a fiscal de caixa Vânia Hollanda, de 29 anos, crê que só com um pedaço de trilhos pouca gente que passa pelo largo vai entender a intervenção. "Assim fica praticamente imperceptível. É preciso colocar um bonde de enfeite ou algum tipo de informações para as pessoas compreenderem", diz.

Previsão da obra. Uma boa parte das intervenções na região - como a remodelação e melhoria das calçadas, enterramento de redes aéreas, acessibilidade, novo sistema de drenagem, novo e moderno sistema de iluminação pública, novo paisagismo e novo pavimento das via em algumas ruas - deve terminar ainda em 2013, segundo a previsão da SPObras.

Para o próximo ano, ficam ações como alargamento da segunda parte da Rua Eugênio de Medeiros, remoção e transferência da subestação da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) que está dentro do Terminal de Pinheiros, criação de pista de aceleração e desaceleração na Marginal do Pinheiros adjacente ao Terminal Pinheiros de ônibus e intervenções na Rua Butantã, como enterramento das redes aéreas e obras de drenagem.

O custo de toda a intervenção é de R$ 146 milhões.

terça-feira, 29 de outubro de 2013

VLT na área central da Glicério trará mais vantagens ao trânsito

28/10/2013 - Jornal Vicentino

A ampliação do sistema viário, com calçadas, pistas e ciclovia mais largas; maior fluidez no trânsito de veículos e redução da espera nos semáforos. Estas são algumas das vantagens da passagem do VLT (Veículo Leve Sobre Trilhos) pela área central da avenida Francisco Glicério, que, juntamente com outros benefícios do traçado, foram apresentadas nesta quinta (24) pelo prefeito Paulo Alexandre Barbosa, na Sala de Situação, a um grupo de vereadores.

A reunião foi realizada no paço municipal e também contou com o engenheiro da EMTU (Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos) e gestor da obra, Carlos Romão Martins, e o presidente da CET (Companhia de Engenharia de Tráfego), Antônio Carlos Silva Gonçalves, e outros técnicos.

Paulo Alexandre explicou que o traçado já estava previsto no EIA-RIMA (Estudo e Relatório de Impacto Ambiental) do empreendimento, em 2008, e mostrou os resultados de estudos que apontam os prejuízos ao trânsito com a passagem pela antiga linha férrea.

A obra do VLT, em andamento, prevê toda a remodelação da avenida Francisco Glicério. As calçadas passarão dos atuais 3,37 metros para 3,50 m, a ciclovia de 2 m para 2,50 m e a pista de veículos de 7 m para 9 m. Outras vantagens são a redução do estágio semafórico (aumento do tempo verde e a redução do vermelho e amarelo).

Desvantagens

Caso o VLT seguisse na mesma área da linha férrea, os veículos que trafegam no sentido praia-Centro pelas avenidas Bernardino de Campos (canal 2), Ana Costa e Washington Luís (canal 3) não poderiam fazer a conversão na Francisco Glicério durante as passagens das composições. E os veículos que trafegam pela Francisco Glicério em direção ao canal 1 também não conseguiriam fazer a conversão para estas vias (Ana Costa e canais 2 e 3) em direção à região central, com prejuízos aos tráfego na avenida e aumento do tempo de viagem de milhares de motoristas.

Fonte: Jornal Vicentino
Publicada em:: 28/10/2013

São José visa implantação de Veículo Leve sobre Trilhos

29/10/2013 - DCI

A Prefeitura de São José dos Campos procura novas soluções que facilitem a mobilidade urbana, o excesso de veículos nas ruas da cidade tem causado cada vez mais transtornos, inclusive congestionamentos e aumento do tempo de deslocamento. Novas soluções estão sendo buscadas, como a instalação de um Veículo Leve sobre Trilhos (VLT).

Depois de ter implementado o corredor de ônibus e ter recebido diversas críticas por isso, a prefeitura partiu para realizar audiência pública para debater o projeto do VLT.

Essa solução, considerada por muito técnicos paliativa, tem sua previsão de implantação para o início em 2014, entretanto, ainda sem prazos para conclusão. Segundo a Secretaria de Transportes, o projeto inicial está orçado em R$ 800 milhões e o recurso será por meio de financiamento federal. A proposta do VLT vem sendo elaborada desde 2012 por técnicos da prefeitura e do Instituto de Pesquisa, Administração e Planejamento (Ipplan).

Entre as mudanças anunciadas, está a região que receberá o trecho inicial do projeto. Em um primeiro instante, a prefeitura informou que a implantação se daria na região sul, ligando o bairro Dom Pedro ao Jardim Satélite. Poucas semanas depois esse trajeto foi alterado, a proposta é começar a obra pelo centro, fazendo ligação da região ao Jardim Satélite. O que voltou a gerar uma nova onda de críticas pela falta de planejamento prévio.

A previsão é que o VLT passe pelas principais avenidas do centro, como a Avenida São José e José Longo, incluindo a Via Dutra, por meio de um viaduto, e chegue ao início da Avenida Andrômeda, na zona sul. No trajeto total de 10 quilômetros, o usuário terá gasto um tempo estimado de ida e volta de 55 minutos - o que também é considerado demasiado pelos críticos. A tarifa será integrada ao sistema de transporte com o mesmo valor dos demais meios, como ônibus. O primeiro encontro organizado pela pasta de transportes reuniu no último dia 22, no Teatro Municipal, representantes de Sociedade Amigos de Bairro (SAB), do Legislativo, de organizações não-governamentais (ONG), empresários e moradores de diferentes regiões da cidade.

Na audiência, foi apresentada a proposta de implantação do sistema iniciando pelo trecho com sentido centro até Av. Andrômeda. Após estudo e análises, esse modelo demonstrou capacidade de atender uma quantidade maior de usuários. Os participantes conheceram o possível itinerário do VLT, a proposta de como será instalado nas avenidas centrais, assim como os pontos de parada a serem adotados.

O secretário de Transportes, Wagner Balieiro, explicou que a prioridade para o transporte de massa foi escolhida pela prefeitura tendo em vista o crescimento do número de veículos e as consequentes dificuldades no trânsito. "É preciso um novo conceito, um novo olhar para a cidade. Com o trabalho do governo, junto com a sociedade, é possível criar uma política de construção, e colocar em pauta a mobilidade urbana, onde as pessoas são prioridade", afirmou o secretário.

A mobilidade urbana sustentável foi também o principal tema apresentado pelos participantes da consulta pública. O assunto foi abordado nas oito manifestações realizadas pelos inscritos.
Foram feitas observações relativas à sustentabilidade e diminuição da poluição nas ruas, integração do VLT com outras modalidades de transporte, como ônibus e bicicletas; a opção pelo transporte de massa em substituição ao transporte individual e a adoção de alternativas de mobilidade. Entre desenvolvimento do projeto e realização desta primeira fase da obra, a estimativa é de um prazo de 4 anos. Pelas regras do PAC, financiador da obra, pelo menos 80% dos produtos manufaturados da obra devem ter conteúdo brasileiro. Já os serviços devem ser 100% nacionais.

Fonte: DCI
Publicada em:: 29/10/2013

terça-feira, 22 de outubro de 2013

Prefeitura de São José anuncia mudanças no projeto do VLT

22/10/2013 - Bom Dia Vanguarda (SJC)

Moradores de São José dos Campos participaram de uma audiência pública sobre a implantação do VLT na cidade, o veículo leve sobre trilhos. A prefeitura apresentou algumas mudanças no projeto inicial.

Clique no link e assista a reportagem:

http://globotv.globo.com/tv-vanguarda-sp/bom-dia-vanguarda/v/prefeitura-de-sao-jose-anuncia-mudancas-no-projeto-do-vlt/2904115/

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Em SV, Secretário de Transportes Metropolitanos visita obras do VLT

18/07/2013 - Jornal Vicentino

As obras para implantação do Veículo Leve sob Trilho (VLT) que ligará São Vicente a Santos estão a todo vapor. Quarenta e cinco dias após o início das obras, o secretário de Transportes Metropolitanos do Estado Jurandir Fernandes veio à Região para vistoriar o andamento do trabalho. Em São Vicente, esteve acompanhado do prefeito Luís Cláudio Bili.

Jurandir se disse impressionado com a velocidade do trabalho. No momento, o trabalho de intervenção física ocupa 1,2 quilometros do trajeto que vai desde o Terminal dos Barreiros até a Estação Conselheiro Nébias. "São quatro canteiros de obras. Um está pronto, o outro está 90% concluído, com 200 funcionários e todo maquinário funcionando", disse o secretário.

A previsão da entrega do primeiro trecho do VLT é para junho de 2014, com 9,5 quilômetros e 14 estações de embarque. O veículo irá ligar o Canal dos Barreiros até a Avenida Conselheiro Nébias. A execução da segunda etapa entre a Avenida Conselheiro Nébias e o Valongo deve começar em setembro deste ano. Do valor total da obra, que é de R$ 1 bilhão, R$ 313 milhões são provenientes da União e correspondem a primeira etapa do projeto. O restante será custeado pelo Governo do Estado.

RÉPLICA DA ESTAÇÃO

O Secretário também divulgou a construção de uma réplica da estação de VLT, em tamanho real, que será construída na Divisa entre São Vicente e Santos, provavelmente na área do Teleférico, no Itararé, em São Vicente. "Mostrará como será a futura estação de embarque, com teto em formato de ondas, linhas de bloqueio, onde as pessoas ficam depois de pagar a passagem e um carro de VLT em tamanho real".

A estação deve ser inaugurada em setembro e terá uma sala onde serão exibidos vídeos sobre o andamento das obras, permanecendo aberta para visitação por cerca de 60 dias.

IMPACTOS

O prefeito de São Vicente, Luís Cláudio Bili, foi elogiado pelo secretário, pelo trabalho feito pela Prefeitura facilitando a execução das obras na Cidade. Bili também tem se esforçado para reduzir ao máximo o impacto para a população, mesmo sendo inevitável o transtorno no trânsito da Cidade durante a execução das obras.


Fonte: Jornal Vicentino
Publicada em:: 18/07/2013

Prefeito de Praia Grande quer VLT na cidade em 2020

23/07/2013 - Via Trólebus, Renato Lobo

A cidade de Praia Grande, região metropolitana de Santos, defende a ida do VLT para o município. O prefeito Alberto Mourão se reuniu com representantes da Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos (EMTU), projetistas do Veículo Leve Sobre Trilhos (VLT), da VETEC Engenharia e técnicos da Secretaria Municipal de Transportes (Setransp) para discutir detalhes da implantação. Trataria de uma revisão da segunda etapa do projeto do VLT de Santos, onde seria incluída a cidade (com trilhos da Estação Barreiros até o Terminal Tude Bastos, passando pela Rod. Imigrantes, Ponte do Mar Pequeno e Portinho).

O prefeito pede revisão do projeto: "Dependendo do ponto onde os passageiros de Praia Grande embarcam, eles teriam que fazer até quatro integrações. Gostaria que certos pontos do projeto fossem revistos para que a Cidade e os municípios vizinhos como Mongaguá, Itanhaém e Peruíbe sofram menos impactos negativos possíveis".

Nos planos da EMTU, Praia Grande só teria o VLT em uma terceira fase: "Sugeri que seja estudada a possibilidade de implantar para 2020 o sistema de VLT saindo da Estação Barreiros pela Rodovia dos Imigrantes, em São Vicente, e seguindo para o Terminal Tude Bastos. Isso beneficiaria todo o sistema para quem embarca no Litoral Sul", afirmou.

Linhas Expressas

A administração da cidade solicita ainda a implantação de linhas expressas, que sigam desde os bairros localizados na região sul da Cidade até os terminais, seguindo pela Via Expressa Sul. "Além disso, outra proposta é que um dos pontos de parada do VLT não seja no Terminal Tatico, como inicialmente previsto, mas sim no Bairro Samambaia, que está localizado em uma das regiões mais populosas da Cidade", concluiu o prefeito.

Presente na reunião, o assessor da diretoria operacional da EMTU, Silvio José Rosa, afirmou que as sugestões levantadas pelo prefeito de Praia Grande serão analisadas. "Sendo viáveis as mudanças, sem que prejudiquem nenhuma das cidades atendidas pelo sistema, não vejo o porquê de não atendermos aos pedidos". Silvio Rosa explicou ainda que a ideia é que o VLT seja uma opção a mais de transporte aos passageiros. "É um sistema de média capacidade que, quando implantado em Praia Grande, diminuirá uma média de 18 minutos o tempo de viagem entre o Terminal Tatico e o Terminal Valongo, em Santos", afirmou. (Com as informações de PG Notícias)

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Secretário explica mudanças no trânsito devido ao VLT em Santos

14/07/2013 - G1

Segundo Jurandir Fernandes, estação ficará no centro da avenida.Pistas para veículos serão deslocadas para as laterais do local.

O secretário de transportes metropolitanos do estado de São Paulo, Jurandir Fernandes, esteve em Santos e São Vicente, no litoral de São Paulo, para acompanhar o andamento das obras do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), que alcançaram os 45 dias.

Fernandes esteve na avenida General Francisco Glicério, próximo ao cruzamento com a avenida Conselheiro Nébias, em Santos, local de uma das futuras estações do VLT. Ele explicou as alterações no trânsito do local."Onde estavam os trilhos (do trem), ficará a pista dos automóveis. O VLT irá para centro da avenida, junto da ciclovia porque a interferência dele no centro é muito menor para os carros que queiram dobrar à direita. Você deixa ele isolado e é assim que funciona no mundo inteiro. Muito melhor ele isolado no canteiro central e as pistas laterais dando folga para os carros poderem dobrar à sua direita", disse.

Além disso, o secretário aproveitou para realizar um balanço sobre o início das obras. "É impressionante. A gente fica muito impressionado com o volume de obras. Já foram contratadas cerca de 200 pessoas em um total de mil. Praticamente um quinto já está contratado. As máquinas também chegaram. Estão todas cantonados em São Vicente. Além disso, dois dos quatro canteiros de obras patricamente prontos.

A previsão é que o primeiro trecho do VLT, ligará Santos e São Vicente, fique pronto até a metade de 2014. Cerca de 70 mil passageiros devem utilizar novo meio de transporte. A primeira etapa do projeto terá 9,5 quilômetros de extensão e será composta deum terminal, na área continental de São Vicente, uma estação de transferência, na avenida Conselheiro Nébias, em Santos, além 11 estações de embarque e desembarque, seis em São Vicente e cinco em Santos.

Fonte: Do G1 Santos

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Veículo Leve sobre Trilhos terá nova audiência pública em Santos

10/10/2013 - A Tribuna

O vencedor da licitação deve implantar o sistema de arrecadação e controle de passageiros.



Mais uma etapa futura do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) começa a ser discutida na região. A Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos (EMTU) fará uma audiência pública para apresentar a forma de concessão da operação do Sistema Integrado Metropolitano (SIM) da Baixada Santista.

O modelo foi apresentado ao Conselho Gestor do Programa Estadual de Parcerias Público-Privadas (PPP). A EMTU não adianta o que será apresentado na reunião, que servirá para mostrar o projeto, esclarecer dúvidas e colher contribuições para a formatação do edital da licitação de concessão da operação do VLT. Mas, de acordo com a carteira de projetos analisados pelo Conselho Gestor das PPPs, será uma concessão patrocinada por 25 anos.

Segundo o relatório anual da EMTU, para a implantação do VLT, o Governo estadual investirá nas obras civis, desapropriações e compra dos veículos. Depois, arrendará a operação do SIM para a iniciativa privada, incluindo as linhas metropolitanas do Sistema Regular.

O vencedor da licitação deve implantar o sistema de arrecadação e controle de passageiros. Além da exploração das tarifas, a empresa também será obrigada a expandir o sistema, mediante uma contrapartida do Estado.

Em Santos, a audiência pública acontece no dia 23, no Mendes Plaza Hotel (Avenida Marechal Floriano Peixoto, 42, no Gonzaga), às 10 horas. Outra audiência será feita na Capital, no dia 25, no Instituto de Engenharia.

Fonte: A Tribuna 

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

EMTU lança concurso "VLT na Sua Onda"

04/10/2013 - Revista Ferroviáris

A Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos de São Paulo (EMTU/SP) lançou o concurso "VLT na Sua Onda". O objetivo do concurso é escolher a uma arte para o primeiro VLT que circulará no trecho Santos-São Vicente, na Baixada Santista. Além de ter seu desenho no trem, o prêmio para o primeiro colocado será uma viagem a Valência, na Espanha, com um acompanhante, e uma visita na fábrica para conhecer o trem que será usado no trecho.

O consórcio Tremvia Santos, formado pelas empresas Trans Sistemas de Transportes (TTrans) e Vossloh Espanã, é o responsável pelo fornecimento de 22 VLTs para o projeto da Baixada Santista. Os VLT´s serão modelo Tramlink V4. Os três primeiros trens virão de Valência, na Espanha, e os outros 19 serão produzidos na fábrica da T'Trans, em Três Rios (RJ).
O tema da arte deverá ser o mar. O concurso é aberto para todo o Brasil, as inscrições vão até 31 de outubro. Os interessados deverão se inscrever pelo site www.vltnasuaonda.com.br . Menores de 18 anos poderão participar, desde que representados por seus pais ou responsáveis legais.

Todos os trabalhos ficarão disponíveis no site do concurso de 8 à 17 de novembro para votação dos internautas, que escolherão os 20 melhores. Na segunda fase, os 20 selecionados passarão por uma avaliação da Comissão Julgadora formada por representantes da EMTU, das prefeituras de Santos e São Vicente, de artistas plásticos das duas cidades, do consórcio fabricante dos trens, do CONDEPHAAT – Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico, entre outras instituições.

Para escolher o vencedor, a comissão levará em conta a criatividade, aderência ao tema, harmonia e originalidade. A divulgação do vencedor será feita através do site do concurso no dia 26 de novembro.

O VLT da Baixada Santista faz parte do Sistema Integrado Metropolitano (SIM). O primeiro VLT deve ser entregue em maio de 2014. A entrega de todos os trens deve ser concluída até abril de 2015. A previsão de custo total é de R$ 284,3 milhões.

Os veículos começarão a operar em 2014 no trecho de 11 km entre Barreiros, em São Vicente, e o Terminal Porto, em Santos. Depois, eles serão usados na extensão de 6 km entre as Estações Conselheiro Nébias e Valongo, também em Santos.

Os VLTs terão 2,65 metros de largura por 44 metros de comprimento. Os veículos terão capacidade para 400 usuários e circularão com velocidade máxima de 80 km/h. Os VLTs serão equipados com ar condicionado e terão piso baixo.

A estilização de trens por usuários não é uma novidade no estado de São Paulo. A Bombardier também realizou, em 2012, um concurso com esses moldes para o primeiro trem do monotrilho da Linha 15-Prata de São Paulo. Com o nome "Tá Pintando um Novo Metrô" , o concurso teve como vencedor o artista plástico João Paulo Ferreira.

sábado, 28 de setembro de 2013

Futura estação do VLT ganha colorido especial em Santos

28/09/2013 - A Tribuna

Onze pontos receberão intervenções artísticas em Santos e em São Vicente

O canteiro da obra do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), localizado entre as avenidas Conselheiro Nébias e Francisco Glicério, em Santos, ganhou um colorido especial nesta sexta-feira. Grafiteiros iniciaram uma intervenção artística no muro que dará espaço a uma das estações do transporte. A ação, que envolve artistas plásticos da Baixada, se estenderá por outros dez locais nos dois municípios.

"A manifestação artística será feita nas futuras estações de embarque e desembarque do VLT, que vão virar verdadeiras telas de arte", destacou o presidente da EMTU (Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos), Joaquim Lopes, que visitou o local.

De acordo com a EMTU, por meio dessa manifestação artística, a população da região terá detalhes de como será o novo sistema de transporte da região. O primeiro painel a ser instalado será coordenado pelo artista plástico Leandro Shesko.

O primeiro painel está localizado no canteiro de obras localizado entre as avenidas Conselheiro Nébias e Francisco Glicério

Confira a lista de locais que receberão intervenções artísticas:

O primeiro trabalho está sendo realizado nas imediações do canteiro de Obras VLT da Avenida Conselheiro Nébias com Avenida Francisco Glicério, em Santos. Próximas intervenções: Estação N. Sra. de Lourdes – Orquidário (Rua Gaspar Ricardo – Santos); Estação João Ribeiro (Rua José Adorno x Rua João Ribeiro – São Vicente); Estação Itararé (Rua da Constituição x Rua Leopoldo Mota e Silva – São Vicente); Estação José Monteiro (Linha Amarela x Av. José Monteiro – próximo ao Carrefour – São Vicente); Estação N. S. das Graças (Linha Amarela x Rua Benedito Calixto – São Vicente); Estação Antonio Emmerich (Linha Amarela x Rua Visconde do Rio Branco – São Vicente); Estação São Vicente (Linha Amarela x Rua Campos Sales – São Vicente); Imediações do JEPOM (Linha Amarela – São Vicente); Estação Mascarenhas de Moraes (Linha

Amarela x Rua Marechal Mascarenhas de Moraes – São Vicente); Estação Terminal Barreiros (Linha Amarela x Rua Gen. Mario Hermes da Fonseca – São Vicente)

Fonte: A Tribuna On-line

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Prefeitura de Campinas caça bondinho sumido

25/09/2013 - Correio Popular

Um dos quatro veículos para passeio na Lagoa desapareceu depois de ter sido enviado a empresa

Por Bruna Mozer



Um dos quatro bondinhos da Lagoa do Taquaral está desaparecido desde que foi enviado para uma reforma, após contratação de uma empresa, em meados de 2010. A situação foi identificada pela Prefeitura de Campinas em uma sindicância aberta ano passado, ainda na gestão do prefeito Pedro Serafim (PDT), para apurar o desaparecimento do vagão que é usado para passeio em torno da lagoa.


Segundo informações da Prefeitura, a empresa Empretec Indústria e Comércio Ltda foi contratada para fazer a reforma do bonde, mas teria terceirizado o serviço. As apurações feitas até agora dão conta de que ele teria sido levado para uma oficina no Parque Oziel e nunca mais devolvido à Administração. Essa contratação teria sido realizada ainda na gestão do prefeito cassado Hélio de Oliveira Santos (PDT), que foi afastado do cargo em agosto de 2011.

A reportagem entrou em contato com a empresa contratada no final da tarde de ontem, mas ninguém foi encontrado, pois o expediente já havia sido encerrado. A Prefeitura informou apenas que está levantando os dados para tomar as providências que são necessárias.

Atualmente, dos quatro veículos da Lagoa do Taquaral nenhum está em funcionamento. Permanecem apenas a "carcaça" dos bondes que estão em reforma — a estrutura principal e os bancos. Rodas, chassi e o motor foram enviados para uma restauração e, por isso, a atividade permanece suspensa desde o começo do ano.

Segundo o secretário de Serviços Públicos, Ernesto Paulella, a previsão é que os vagões sejam entregues ao parque entre outubro e novembro para que sejam usados pelos frequentadores. "Acreditamos que em breve essa atividade será retomada no Taquaral." Os bondinhos foram desativados esse ano por necessidade de reforma. Cerca de 40 mil pessoas frequentam a Lagoa aos finais de semana, principalmente no Verão.

No começo deste ano, reportagem do Correio já havia revelado o sumiço do bonde, entre outros problemas e descasos que sofre o parque, como por exemplo a caravela, que até hoje não foi restaurada. No entanto, naquela época, não havia nenhuma informação de onde poderia estar o veículo. O prefeito Jonas Donizette (PSB) havia assumido há pouco tempo a Prefeitura e somente havia conhecimento de uma sindicância que investigava o desaparecimento do veículo.

História

A permanência dos bondinhos na Lagoa do Taquaral representa o resgate da história de Campinas, onde o veículo era usado como um meio de locomoção. Para manter vivo esse passado, em novembro de 1972 a Prefeitura inaugurou uma linha interna circular com quatro bondes e pouco mais de três quilômetros ao redor da Lagoa do Taquaral, um passeio turístico que se mantém até hoje.

A última viagem do bonde que servia como meio de locomoção da população aconteceu na noite da sexta-feira do dia 24 de maio de 1968. O veículo elétrico funcionou por 56 anos e esse tipo de sistema de transporte perdurou por 89 anos até que começasse a ser substituído por automóveis e pelo sistema viário. O passeio na Lagoa do Taquaral custa R$ 2,00. Crianças de até 5 anos e pessoas com mais de 60 anos não pagam.

Fonte: Correio Popular 

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Obras do VLT são discutidas na Câmara Municipal de São Vicente, SP

22/09/2013 - G1

Presidente da EMTU falou sobre as obras e a segunda fase da obra. Encontro aconteceu na noite da última sexta-feira (20).

O projeto do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) foi discutido durante reunião nesta sexta-feira (20) na Câmara Municipal de São Vicente, no litoral de São Paulo. O encontro falou sobre o andamento das obras na cidade, que em breve entra na segunda fase. Mais de 600 operários trabalham em nove frentes de trabalho, oito delas no município.

O novo meio de transporte vai ligar as cidades de Santos e São Vicente. Segundo o presidente da EMTU Joaquim Lopes da Silva, em dezembro deve ser concluído o projeto básico do outro trecho do SIM - Sistema Integrado Municipal entre a Ponte dos Barreiros e Samaritá, na Área Continental. Serão 7,7 quilômetros de extensão com quatro estações, duas de transferência e outras duas de embarque/desembarque. Até lá serão realizados os levantamentos topográficos e os estudos de impacto ambiental.

De acordo com informações da prefeitura, haverá uma compensação ambiental devido ao corte de 300 árvores exóticas para a execução dos trabalhos. Serão plantadas 4.500 mudas de árvores de várias espécies em toda a cidade, incluindo o trajeto do VLT.

O encontro contou com a presença do presidente da EMTU- Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos, Joaquim Lopes da Silva, do secretário de Transportes, Raimundo Oliveira, representantes das Secretarias de Obras e Meio Ambiente e de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia, Metropolização e Trabalho, líderes comunitários e vereadores da Comissão Especial que acompanha o projeto.

Projeto
O VLT, o primeiro elétrico do país, vai ocupar uma antiga linha férrea para ligar as cidades do litoral paulista. A primeira etapa do projeto terá 9,5 quilômetros entre a Avenida Conselheiro Nébias, em Santos, e o Terminal Barreiros, na Área Continental de São Vicente. O investimento neste trecho alcança R$ 313,5 milhões. O investimento total é de cerca de R$ 1 bilhão.

Atualmente, cerca de 200 operários trabalham na obra iniciada no dia 29 de junho. O trecho será servido por um terminal (Barreiros), uma Estação de Transferência (São Vicente), pátio de apoio do VLT e 11 estações de embarque/desembarque ao longo do traçado, seis em São Vicente e cinco em Santos.

Fonte: Do G1 Santos

terça-feira, 17 de setembro de 2013

EMTU/SP lança concurso, VLT na Sua Onda

17/09/2013 - Diário do Litoral

O primeiro VLT da Baixada Santista será adesivado com arte inédita. O concurso envolve todo o território nacional e será realizado no período de 16/09/2013 a 31/10/2013

A Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos de São Paulo – EMTU/SP quer que o Brasil inteiro conheça o projeto do VLT da Baixada Santista e lançou o concurso "VLT na Sua Onda" nesta segunda-feira (16). O objetivo é escolher a melhor arte para adesivar o primeiro veículo que circulará no trecho já em construção entre as cidades de Santos e São Vicente. O prêmio para o primeiro colocado será uma viagem a Valência, na Espanha, com direito a um acompanhante, e uma visita na fábrica para conhecer, em primeira mão, o trem com a arte escolhida.

O concurso envolve todo o território nacional e será realizado no período de 16/09/2013 a 31/10/2013. Os interessados deverão se inscrever pelo site www.vltnasuaonda.com.br, preenchendo gratuitamente o formulário de participação. Os menores de 18 anos poderão participar, desde que representados por seus pais ou responsáveis legais.

O mar é o tema para decorar ou pintar o modelo do VLT disponível no site, já que o novo sistema de transporte será operado em região litorânea. O trabalho deverá ser enviado por meio do site até o dia 31/10/2013.

Votação dos internautas

Todos os trabalhos ficarão disponíveis no site de 08/11 a 17/11/2013 para votação dos internautas que serão os responsáveis pela seleção dos 20 melhores. Posteriormente, as artes selecionadas serão avaliadas pela Comissão Julgadora formada por representantes da EMTU/SP, das Prefeituras de Santos e São Vicente, de artistas plásticos das duas cidades, do consórcio fabricante dos trens, do CONDEPHAAT – Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico, entre outras instituições. Para escolher o vencedor, a comissão levará em conta a criatividade, aderência ao tema, harmonia e originalidade. A divulgação do trabalho escolhido será feita no site www.vltnasuaonda.com.br no dia 26/11/2013.

Prêmio

Além da viagem a Valência, na Espanha, o vencedor receberá um troféu no formato estilizado do VLT, estampado com a sua arte, e terá o seu trabalho fixado nas laterais do VLT da Baixada Santista que circulará entre as cidades de Santos e São Vicente, no período de seis meses. Também está incluída uma visita à fábrica do VLT situada em Albuixech, na província de Valência. Os 20 trabalhos selecionados por julgamento popular receberão um Certificado de Finalista na participação do concurso.

VLT da Baixada Santista

Em operação em cidades médias europeias, o VLT é um transporte totalmente limpo (emissão zero) e de fácil inserção urbana. Circula ao nível das ruas, preserva o patrimônio histórico e colabora para a revitalização do entorno. Na Baixada Santista, o VLT atenderá 70 mil usuários/dia quando o primeiro trecho, em construção, for entregue em 2014. Com a reestruturação do todo o sistema, cerca de 220 mil usuários por dia serão beneficiados.

Fonte: Diário do Litoral 

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Jurandir Fernandes vistoria obras do VLT em Santos

09/09/2013 - G1

O investimento total na implantação do VLT é de R$ 1.009,2 bilhão.

O secretário dos Transportes Metropolitanos do Estado de São Paulo, Jurandir Fernandes, vai a Santos e São Vicente, no litoral de São Paulo, nesta sexta-feira (6), para vistoriar as obras de implantação do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) da Baixada Santista, no litoral de São Paulo.

O secretário fará a vistoria na parte da tarde. Por volta das 14h, ele irá até as obras da Estação Antonio Emmerick, na Linha Amarela, ao lado do viaduto Emmerick, em São Vicente. Em seguida, ele visita às obras da Estação Nossa Senhora de Lourdes, na rua Dr. Gaspar Ricardo, próximo da saída do túnel, em Santos. O secretário também participará de um encontro, no final da tarde, no Grupo de Atuação Especial de Defesa do Meio Ambiente (GAEMA), no Ministério Público, em Santos.

Obras VLT

Segundo informações da EMTU, as obras do trecho Barreiros-Conselheiro Nébias do VLT foram iniciadas em maio. Com 9,5 km de extensão, incluem a construção de 11 estações de embarque/desembarque, seis em São Vicente e cinco em Santos, o Terminal Barreiros, em São Vicente, e a Estação de Transferência Conselheiro Nébias, em Santos. O segundo trecho, Porto-Conselheiro Nébias-Valongo, com 5,6 km de extensão, encontra-se em fase de licenciamento ambiental.

O investimento total na implantação do VLT é de R$ 1.009,2 bilhão. O novo sistema de transporte da Baixada Santista contará com 22 trens e terá capacidade para atender uma demanda de 70 mil usuários/dia.

Fonte: G1 Santos/Revista Ferroviária 

Plano Diretor projeta VLT para Piracicaba

06/09/2013 - G1 Piracicaba

O projeto de revisão do Plano Diretor de Piracicaba (SP), que está sendo elaborado pelo Instituto de Pesquisas e Planejamento de Piracicaba (Ipplap), projeta alternativas para a mobilidade urbana que incluem a construção de Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), reativação de trens, ampliação de ciclovias e até mesmo uma hidrovia para o transporte de passageiros.

Até o fim de setembro o presidente do Ipplap, Lauro Pinotti, pretende percorrer os gabinetes de todos os vereadores, conversar com representantes de entidades e chegar às lideranças comunitárias para apresentar o que a pasta já elaborou e colher propostas. "A pessoa tem que olhar esse plano e chamá-lo de 'meu plano', senão teremos um projeto morto", disse Pinotti.

Em agosto houve nove conferências abertas à população e em outubro outros encontros vão acontecer para discutir o Plano Diretor. "Depois dessa fase, começaremos a escrever um esboço do plano em novembro para apresentarmos em dezembro ao prefeito. No primeiro semestre de 2014 haverá os debates e audiências públicas, para apresentarmos à Câmara o projeto no segundo semestre", afirmou o presidente do Ipplap.

Transporte alternativo

Lidar com o aumento do trânsito e criar alternativas de mobilidade urbana é um dos principais desafios para o novo plano, segundo Pinotti. Entre as alternativas de meio de transporte estão a elaboração de um traçado para o VLT. "Ele poderia levar uma pessoa da Vila Rezende ao Centro em dois minutos, mas custa R$ 400 milhões. De qualquer maneira, o plano visa criar projetos para serem elaborados em 10 anos e executados em até 30 anos", disse.

Entre as melhorias mais próximas à realidade financeira da cidade, estão outras alternativas: a construção de 100 quilômetros de ciclovias, a ativação de uma linha de trem e a hidrovia. "Há um trecho da cidade que concentra muitas empresas e trânsito. O transporte desses trabalhadores poderia ser feito de trem, até mesmo em parceria com as empresas", relatou Pinotti.

O transporte de passageiros pelo Rio Piracicaba entre a região central e o distrito de Ártemis, passando por áreas ribeirinhas, é uma alternativa vista como viável. "Com a construção da barragem de Santa Maria da Serra, que já está em andamento, o nível do Rio Piracicaba deve aumentar. Isso criaria uma excelente alternativa para o transporte de passageiros", explicou Pinotti.

O presidente do Ipplap também citou um novo estudo da dinâmica de veículos para o Centro. "Poderemos criar uma nova dinâmica para o trânsito no Centro para tentarmos desafogar o trânsito. É importante ressaltar que este plano vai pensar na cidade para pedestres e ciclistas também, não só para os carros", completou.

MP paralisa trecho das obras do VLT em Santos

03/09/2013 - G1 Santos

O Ministério Público pode entrar com uma ação contra as obras do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) em Santos, no litoral de São Paulo, após uma possível mudança no projeto original. A Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos (EMTU) nega que o projeto tenha sofrido algum tipo de alteração. A empresa tem até o dia 5 de novembro para apresentar um novo estudo da área.

Uma reunião realizada em Santos nesta terça-feira (3) cobrou providências da empresa responsável pelas obras do VLT sobre mudanças no traçado da linha no trecho de Santos. O problema é que, segundo o MP, foi realizada uma mudança no projeto original do VLT sem que fossem feitos estudos de impacto ambiental. O encontro entre o MP e o EMTU aconteceu na sede do Grupo de Atuação Especial de Defesa do Meio Ambiente (GAEMA).

Os promotores disseram que no projeto original o VLT iria passar pelo local da antiga linha do trem na Avenida Francisco Glicério. Já no projeto final, o VLT vai passar pelo meio da avenida. Segundo o MP, isso pode trazer mais problemas para o meio ambiente e problemas financeiros. "A gente estava analisando um projeto, e de repente houve uma mudança sem um estudo, sem uma justificativa para isso. Os técnicos do MP, não só com base nessa irregularidade, que já deixaria o procedimento nulo, avaliaram os impactos urbanísticos, impactos de trânsito, de segurança de trânsito e apontaram alguns aspectos negativos com as mudanças. Então não é só questão formal de procedimento nulo, mas é o que é melhor para sociedade", explica a promotora Almachia Zwarg Acerbi.

Na reunião desta terça-feira ficou acertado que a EMTU vai fazer um novo estudo sobre a passagem do VLT pelo canteiro central da Avenida Francisco Glicério. No dia 5 de novembro uma nova reunião será realizada entre as partes. De acordo com o Ministério Público, nenhuma obra deste trecho poderá ser feita. O MP explicou ainda que se não tiver acordo até o dia 5, eles vão entrar com uma ação contra as obras do VLT.

Em nota, a EMTU disse que não houve mudança de traçado por parte da empresa após a emissão da Licença Prévia que permitiu a publicação do edital de contratação de obras. Assim o traçado do VLT aprovado pela Cetesb sempre foi pelo canteiro central da Avenida General Francisco Glicério. A empresa aguarda a aprovação dos Conselhos municipal e estadual de Defesa do Patrimônio Histórico (Condepasa e Condephaat) para iniciar as obras no trecho da Avenida General Francisco Glicério, que corta os canais da cidade, tombados por estas instituições. Esta medida, determinada pela Cetesb, está prevista no cronograma estipulado para a execução das obras do VLT.

Clique no link e assista a reportagem:

http://g1.globo.com/sp/santos-regiao/noticia/2013/09/ministerio-publico-paralisa-trecho-das-obras-do-vlt-em-santos.html

RF – Leia abaixo a nota enviada pela EMTU à imprensa:

"Em função da reunião realizada ontem, dia (03/09), entre a EMTU/SP e o Ministério Público esclarecemos que:

A EMTU/SP está aguardando a aprovação dos Conselhos municipal e estadual de Defesa do Patrimônio Histórico (Condepasa e Condephaat) para iniciar as obras no trecho da Av. General Francisco Glicério, que corta os canais da cidade, tombados por estas instituições. Esta medida, determinada pela Cetesb, está prevista no cronograma estipulado para a execução das obras do VLT.

É importante ressaltar que não houve mudança de traçado por parte da EMTU/SP após a emissão da Licença Prévia que permitiu a publicação do edital de contratação de obras. Assim o traçado do VLT aprovado pela Cetesb sempre foi pelo canteiro central da Av. General Francisco Glicério.

Ficou acordado na reunião desta terça-fveira que a EMTU/SP concluirá em 30 dias os estudos de impacto ambiental no trânsito e de inserção urbana no canteiro central da referida avenida."

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Ministério Público paralisa trecho das obras do VLT em Santos

04/09/2013 - G1

Traçado sobre a avenida Francisco Glicério é apontado como irregular. EMTU deve apresentar um novo estudo da área.

O Ministério Público pode entrar com uma ação contra as obras do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) em Santos, no litoral de São Paulo, após uma possível mudança no projeto original. A Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos (EMTU) nega que o projeto tenha sofrido algum tipo de alteração. A empresa tem até o dia 5 de novembro para apresentar um novo estudo da área.

Uma reunião realizada em Santos nesta terça-feira (3) cobrou providências da empresa responsável pelas obras do VLT sobre mudanças no traçado da linha no trecho de Santos. O problema é que, segundo o MP, foi realizada uma mudança no projeto original do VLT sem que fossem feitos estudos de impacto ambiental. O encontro entre o MP e o EMTU aconteceu na sede do Grupo de Atuação Especial de Defesa do Meio Ambiente (GAEMA).

Os promotores disseram que no projeto original o VLT iria passar pelo local da antiga linha do trem na Avenida Francisco Glicério. Já no projeto final, o VLT vai passar pelo meio da avenida. Segundo o MP, isso pode trazer mais problemas para o meio ambiente e problemas financeiros. "A gente estava analisando um projeto, e de repente houve uma mudança sem um estudo, sem uma justificativa para isso. Os técnicos do MP, não só com base nessa irregularidade, que já deixaria o procedimento nulo, avaliaram os impactos urbanísticos, impactos de trânsito, de segurança de trânsito e apontaram alguns aspectos negativos com as mudanças. Então não é só questão formal de procedimento nulo, mas é o que é melhor para sociedade", explica a promotora Almachia Zwarg Acerbi.

Na reunião desta terça-feira ficou acertado que a EMTU vai fazer um novo estudo sobre a passagem do VLT pelo canteiro central da Avenida Francisco Glicério. No dia 5 de novembro uma nova reunião será realizada entre as partes. De acordo com o Ministério Público, nenhuma obra deste trecho poderá ser feita. O MP explicou ainda que se não tiver acordo até o dia 5, eles vão entrar com uma ação contra as obras do VLT.

Em nota, a EMTU disse que não houve mudança de traçado por parte da empresa após a emissão da Licença Prévia que permitiu a publicação do edital de contratação de obras. Assim o traçado do VLT aprovado pela Cetesb sempre foi pelo canteiro central da Avenida General Francisco Glicério. A empresa aguarda a aprovação dos Conselhos municipal e estadual de Defesa do Patrimônio Histórico (Condepasa e Condephaat) para iniciar as obras no trecho da Avenida General Francisco Glicério, que corta os canais da cidade, tombados por estas instituições. Esta medida, determinada pela Cetesb, está prevista no cronograma estipulado para a execução das obras do VLT.

Fonte: Do G1 Santos

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

VLT da baixada começa a rodar a partir de agosto de 2014

29/08/2013 - A Tribuna

A partir de agosto de 2014, a EMTU vai colocar para rodar na Baixada Santista os primeiros vagões do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT). Durante alguns meses, a população fará viagens monitoradas para se acostumar com o novo meio de transporte. Neste período, o horário funcionamento será das 10 às 14 horas e ampliado gradualmente, segundo a empresa.

A fase de testes vai até fevereiro de 2015, quando a estatal terá o número de trens suficientes para atender a população que utilizará esse primeiro trecho, entre a Esplanada dos Barreiros, em São Vicente, e a Avenida Conselheiro Nébias (na altura da Avenida Francisco Glicério, na Encruzilhada, em Santos).
Também haverá uma extensão da Conselheiro até a região do Terminal Marítimo de Passageiros Giusfredo Santini, no bairro Outeirinhos, onde ficará a garagem dos trens.

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Novo projeto do VLT em Campinas vai aproveitar só o leito antigo

25/08/2013 - Portal Infoviário/Correio

Prefeitura de Campinas estuda usar o antigo traçado do leito do veículo leve sobre trilhos para implantar nova rede de transporte na cidade

Por Luciana Félix

A Prefeitura de Campinas aposta na existência do traçado do leito do veículo leve sobre trilhos (VLT) como trunfo para conseguir R$ 1 bilhão do governo federal para ressuscitar o transporte sobre trilhos na cidade. Os cerca de 8,5 quilômetros de extensão do ramal do antigo sistema, aliados aos quase 50 quilômetros de malha ferroviária — maior parte desativada, porém preservada — serão os principais argumentos para convencer o governo federal a liberar os recursos para Campinas.

Um estudo com um projeto básico para o uso desses traçados está sendo finalizado pelo Executivo. A intenção é implantar uma nova rede sobre trilhos para ligar o Aeroporto Internacional de Viracopos ao Centro e também para alimentar os futuros corredores Ouro Verde e Campo Grande, por onde circularão os BRTs — ônibus rápido —, e o Corredor Noroeste.

A alternativa sobre trilhos é a principal aposta do governo municipal para desafogar o tráfego de veículos de passeio na cidade, que tem uma frota de cerca de 750 mil carros, caminhões, ônibus e motos que não para de crescer.

Apesar de ser a principal aposta para conseguir o dinheiro, a Prefeitura sabe que praticamente nada do que restou do antigo VLT, além do leito, poderá ser reutilizado no novo projeto. O que sobrou são as antigas estações com estruturas destruídas, postes de energia quebrados e sem fiação, lixo e mato alto que toma conta de praticamente toda a extensão do antigo VLT. Em 2009, os trilhos e os dormentes foram retirados pela América Latina Logística (ALL) e levados para Maceió (AL), onde foram instalados em um sistema semelhante. Já os fios foram furtados ao longo de todo esses anos de abandono. No ano passado o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) multou a ALL pelo desaparecimento dos 350 dormentes do local.

Além do abandono e esquecimento, o entorno de vários pontos do ramal férreo e até mesmo as estações foram tomados por moradias irregulares. Nessa semana, a reportagem flagrou duas moradias instaladas em prédios que eram usados como estações. No local, os moradores ergueram muros e até instalaram portas e postes com energia.

Mesmo com todos esses entraves, o Executivo acredita que a existência do ramal faz Campinas ficar à frente de outras cidades na busca do recurso. "Não vai ter necessidade de gastar recursos com desapropriações, que na maioria das vezes pesam muito no orçamento de obras desse tipo, porque o traçado já existe. Isso é um diferencial. Temos a experiência do VLT e o traçado disponível, mas com trechos com problemas. Além disso temos demanda suficiente, principalmente na região do Ouro Verde", afirmou o secretário de Transportes, Sérgio Benassi.

O chefe da pasta disse que está cuidando pessoalmente do projeto e que nada vai ser reutilizado caso a cidade consiga o recurso. "Os trilhos antigos não serviriam. Vamos fazer um levantamento de tudo o que restou, mas a intenção é implantar tudo novo."

No começo deste mês, o prefeito Jonas Donizette (PSB) anunciou que entregou ao Ministério das Cidades um pré-projeto com os estudos iniciais de viabilidade técnica e econômica, propondo a implantação do sistema do VLT em Campinas. O objetivo é conseguir R$ 1 bilhão junto ao PAC da Mobilidade Urbana, que anunciou a destinação de cerca de R$ 50 bilhões para novos investimentos em obras no País.

Benassi afirmou que está em contato com o Ministério das Cidades para conseguir uma resposta positiva. "Vamos apresentar nossas necessidades e precisamos convencer. Temos condições e demanda para isso. O VLT é uma excelente solução, desde que seja integrado aos demais modais de transportes, que seja planejado, discutido com a cidade e com projetos técnicos viáveis. E é isso que faremos. O antigo não deu certo por problemas como a falta de integração e ele acabava em pontos onde não havia demanda."

Fonte: Portal Infoviário/Correio Popular de Campinas

terça-feira, 27 de agosto de 2013

Novo projeto do VLT em Campinas vai aproveitar só o leito antigo

25/08/2013 - Portal Infoviário/Correio

Prefeitura de Campinas estuda usar o antigo traçado do leito do veículo leve sobre trilhos para implantar nova rede de transporte na cidade

Por Luciana Félix

A Prefeitura de Campinas aposta na existência do traçado do leito do veículo leve sobre trilhos (VLT) como trunfo para conseguir R$ 1 bilhão do governo federal para ressuscitar o transporte sobre trilhos na cidade. Os cerca de 8,5 quilômetros de extensão do ramal do antigo sistema, aliados aos quase 50 quilômetros de malha ferroviária — maior parte desativada, porém preservada — serão os principais argumentos para convencer o governo federal a liberar os recursos para Campinas.

Um estudo com um projeto básico para o uso desses traçados está sendo finalizado pelo Executivo. A intenção é implantar uma nova rede sobre trilhos para ligar o Aeroporto Internacional de Viracopos ao Centro e também para alimentar os futuros corredores Ouro Verde e Campo Grande, por onde circularão os BRTs — ônibus rápido —, e o Corredor Noroeste.

A alternativa sobre trilhos é a principal aposta do governo municipal para desafogar o tráfego de veículos de passeio na cidade, que tem uma frota de cerca de 750 mil carros, caminhões, ônibus e motos que não para de crescer.

Apesar de ser a principal aposta para conseguir o dinheiro, a Prefeitura sabe que praticamente nada do que restou do antigo VLT, além do leito, poderá ser reutilizado no novo projeto. O que sobrou são as antigas estações com estruturas destruídas, postes de energia quebrados e sem fiação, lixo e mato alto que toma conta de praticamente toda a extensão do antigo VLT. Em 2009, os trilhos e os dormentes foram retirados pela América Latina Logística (ALL) e levados para Maceió (AL), onde foram instalados em um sistema semelhante. Já os fios foram furtados ao longo de todo esses anos de abandono. No ano passado o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) multou a ALL pelo desaparecimento dos 350 dormentes do local.

Além do abandono e esquecimento, o entorno de vários pontos do ramal férreo e até mesmo as estações foram tomados por moradias irregulares. Nessa semana, a reportagem flagrou duas moradias instaladas em prédios que eram usados como estações. No local, os moradores ergueram muros e até instalaram portas e postes com energia.

Mesmo com todos esses entraves, o Executivo acredita que a existência do ramal faz Campinas ficar à frente de outras cidades na busca do recurso. "Não vai ter necessidade de gastar recursos com desapropriações, que na maioria das vezes pesam muito no orçamento de obras desse tipo, porque o traçado já existe. Isso é um diferencial. Temos a experiência do VLT e o traçado disponível, mas com trechos com problemas. Além disso temos demanda suficiente, principalmente na região do Ouro Verde", afirmou o secretário de Transportes, Sérgio Benassi.

O chefe da pasta disse que está cuidando pessoalmente do projeto e que nada vai ser reutilizado caso a cidade consiga o recurso. "Os trilhos antigos não serviriam. Vamos fazer um levantamento de tudo o que restou, mas a intenção é implantar tudo novo."

No começo deste mês, o prefeito Jonas Donizette (PSB) anunciou que entregou ao Ministério das Cidades um pré-projeto com os estudos iniciais de viabilidade técnica e econômica, propondo a implantação do sistema do VLT em Campinas. O objetivo é conseguir R$ 1 bilhão junto ao PAC da Mobilidade Urbana, que anunciou a destinação de cerca de R$ 50 bilhões para novos investimentos em obras no País.

Benassi afirmou que está em contato com o Ministério das Cidades para conseguir uma resposta positiva. "Vamos apresentar nossas necessidades e precisamos convencer. Temos condições e demanda para isso. O VLT é uma excelente solução, desde que seja integrado aos demais modais de transportes, que seja planejado, discutido com a cidade e com projetos técnicos viáveis. E é isso que faremos. O antigo não deu certo por problemas como a falta de integração e ele acabava em pontos onde não havia demanda."

Fonte: Portal Infoviário/Correio Popular de Campinas

SP anuncia vencedor para obras do VLT em Santos

29/04/2013 - Revista Ferroviária

A EMTU/SP anunciou na semana passada o vencedor da licitação para execução de obras do primeiro trecho do VLT, ligando Barreiros, em São Vicente, até a Estação de Transferência Conselheiro Nébias, em Santos. O vencedor da concorrência, da qual participaram cinco consórcios, foi o Expresso VLT Baixada Santista, consórcio formado pelas empresas Construtora Queiroz Galvão S.A. e Trail Infraestrutura Ltda. A proposta ganhadora foi de R$ 313.505.850,90.

As obras tem previsão de início em maio deste ano e conclusão em junho de 2014. No trecho, que terá 9,5 quilômetros, serão construídas 14 estações além do Terminal Barreiros e a Estação de Transferência Conselheiro Nébias. Estão previstas também obras para a passagem do VLT, como uma travessia sob a rodovia dos Imigrantes, o viaduto Antônio Emmerick e a ampliação do túnel no bairro do José Menino, em Santos.

O segundo trecho Porto - Conselheiro Nébias – Valongo ainda está em fase de licenciamento ambiental e as obras estão previstas para serem iniciadas em julho deste ano, com conclusão prevista para julho de 2014.

O cronograma apresentado pela EMTU/SP prevê que o primeiro VLT deverá ser entregue em junho de 2014. A previsão é de que a entrega de todos os veículos esteja concluída até maio de 2015.

Novo projeto do VLT em Campinas vai aproveitar só o leito antigo

25/08/2013 - Portal Infoviário/Correio

Prefeitura de Campinas estuda usar o antigo traçado do leito do veículo leve sobre trilhos para implantar nova rede de transporte na cidade

Por Luciana Félix

A Prefeitura de Campinas aposta na existência do traçado do leito do veículo leve sobre trilhos (VLT) como trunfo para conseguir R$ 1 bilhão do governo federal para ressuscitar o transporte sobre trilhos na cidade. Os cerca de 8,5 quilômetros de extensão do ramal do antigo sistema, aliados aos quase 50 quilômetros de malha ferroviária — maior parte desativada, porém preservada — serão os principais argumentos para convencer o governo federal a liberar os recursos para Campinas.

Um estudo com um projeto básico para o uso desses traçados está sendo finalizado pelo Executivo. A intenção é implantar uma nova rede sobre trilhos para ligar o Aeroporto Internacional de Viracopos ao Centro e também para alimentar os futuros corredores Ouro Verde e Campo Grande, por onde circularão os BRTs — ônibus rápido —, e o Corredor Noroeste.

A alternativa sobre trilhos é a principal aposta do governo municipal para desafogar o tráfego de veículos de passeio na cidade, que tem uma frota de cerca de 750 mil carros, caminhões, ônibus e motos que não para de crescer.

Apesar de ser a principal aposta para conseguir o dinheiro, a Prefeitura sabe que praticamente nada do que restou do antigo VLT, além do leito, poderá ser reutilizado no novo projeto. O que sobrou são as antigas estações com estruturas destruídas, postes de energia quebrados e sem fiação, lixo e mato alto que toma conta de praticamente toda a extensão do antigo VLT. Em 2009, os trilhos e os dormentes foram retirados pela América Latina Logística (ALL) e levados para Maceió (AL), onde foram instalados em um sistema semelhante. Já os fios foram furtados ao longo de todo esses anos de abandono. No ano passado o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) multou a ALL pelo desaparecimento dos 350 dormentes do local.

Além do abandono e esquecimento, o entorno de vários pontos do ramal férreo e até mesmo as estações foram tomados por moradias irregulares. Nessa semana, a reportagem flagrou duas moradias instaladas em prédios que eram usados como estações. No local, os moradores ergueram muros e até instalaram portas e postes com energia.

Mesmo com todos esses entraves, o Executivo acredita que a existência do ramal faz Campinas ficar à frente de outras cidades na busca do recurso. "Não vai ter necessidade de gastar recursos com desapropriações, que na maioria das vezes pesam muito no orçamento de obras desse tipo, porque o traçado já existe. Isso é um diferencial. Temos a experiência do VLT e o traçado disponível, mas com trechos com problemas. Além disso temos demanda suficiente, principalmente na região do Ouro Verde", afirmou o secretário de Transportes, Sérgio Benassi.

O chefe da pasta disse que está cuidando pessoalmente do projeto e que nada vai ser reutilizado caso a cidade consiga o recurso. "Os trilhos antigos não serviriam. Vamos fazer um levantamento de tudo o que restou, mas a intenção é implantar tudo novo."

No começo deste mês, o prefeito Jonas Donizette (PSB) anunciou que entregou ao Ministério das Cidades um pré-projeto com os estudos iniciais de viabilidade técnica e econômica, propondo a implantação do sistema do VLT em Campinas. O objetivo é conseguir R$ 1 bilhão junto ao PAC da Mobilidade Urbana, que anunciou a destinação de cerca de R$ 50 bilhões para novos investimentos em obras no País.

Benassi afirmou que está em contato com o Ministério das Cidades para conseguir uma resposta positiva. "Vamos apresentar nossas necessidades e precisamos convencer. Temos condições e demanda para isso. O VLT é uma excelente solução, desde que seja integrado aos demais modais de transportes, que seja planejado, discutido com a cidade e com projetos técnicos viáveis. E é isso que faremos. O antigo não deu certo por problemas como a falta de integração e ele acabava em pontos onde não havia demanda."

Fonte: Portal Infoviário/Correio Popular de Campinas

segunda-feira, 29 de julho de 2013

Estrada de Ferro Campos do Jordão terá 9 novos bondes para serviço urbano

30/06/2013 - Via Trólebus, Renato Lobo

Depois de mais de 60 anos, o governo paulista anunciou a compra de novos bondes. A Estrada de Ferro Campos do Jordão publicará edital em julho para aquisição de nove veículos. A previsão é assinar o contrato neste ano para a chegada do primeiro bonde em 2014. O valor do investimento é de R$ 32,3 milhões. Os veículos terão capacidade para transportar até 80 passageiros, com 14 m de comprimento e duas portas. A concorrência será nacional.

"Acho que será um marco muito importante para a história da Estrada de Ferro", disse o Governador Geraldo Alckmin, em reunião na Assembleia Legislativa na última quinta-feira. Os novos veículos serão destinados ao serviço urbano em Campos do Jordão e em Pindamonhangaba. Em Campos, são sete quilômetros de via entre as estações Emílio Ribas e a parada Portal. Em Pindamonhangaba, a operarão é realizada entre as estações Pindamonhangaba e Piracuama, numa extensão de 20 km.

quinta-feira, 6 de junho de 2013

Governador Alckmin inicia obras do VLT da Baixada Santista, o primeiro do Brasil com tração elétrica

29/05/2013 - EMTU

A construção de 9,5 km entre Barreiros (São Vicente) e Conselheiro Nébias (Santos) marca o começo do empreendimento que vai modernizar o transporte público da região

O governador Geraldo Alckmin dá início nesta quarta-feira, 29, às obras do primeiro trecho do Veículo Leve Sobre Trilhos (VLT), empreendimento do Governo do Estado que faz parte do Sistema Integrado Metropolitano (SIM), projeto de reestruturação do transporte público da Baixada Santista gerenciado pela Secretaria dos Transportes Metropolitanos por meio da EMTU/SP. A previsão é que as obras sejam finalizadas em junho de 2014.

O trecho entre Barreiros (São Vicente) e Conselheiro Nébias (Santos) tem 9,5km e será servido por um terminal (Barreiros), uma Estação de Transferência (São Vicente) e 11 estações de embarque/desembarque ao longo do traçado, seis em São Vicente e cinco em Santos.

O investimento em obras neste trecho alcança R$ 313,5 milhões. O investimento total do empreendimento é de cerca de R$ 1 bilhão, sendo R$ 209 milhões destinados ao material rodante (VLTs) e R$ 123 milhões aos sistemas de Energia, Telecomunicação, Arrecadação, Controle Semafórico e Controle dos VLTs que abrangerá também o trecho Porto – Conselheiro Nébias - Valongo.

Benefícios

Já em operação há alguns anos em cidades médias europeias, com bons resultados, o Veículo Leve Sobre Trilhos tem emissão zero de poluentes. Interage com o meio urbano de maneira amigável, circulando ao nível das ruas, preservando o patrimônio histórico e colaborando para a revitalização urbanística das vias por onde passa. As novas estações construídas impulsionam a modernização do entorno, trazendo mais conforto e qualidade de vida. A redistribuição do tráfego acabou por transformar o ambiente de todas as cidades onde o sistema foi implantado, melhorando consideravelmente a mobilidade da população.

No caso da Baixada Santista, o VLT atenderá diretamente 70 mil usuários/dia, com intervalo médio de 210 segundos entre os veículos. Quando a reestruturação das linhas intermunicipais e municipais estiver concluída, nos próximos anos, cerca de 220 mil usuários serão beneficiados com mais qualidade de vida e conforto no transporte público, incluindo a ampliação das ciclovias já existentes.

De maneira indireta, todos os 1,7 milhão de habitantes dos nove municípios da Região Metropolitana da Baixada Santista vão usufruir dos benefícios do VLT, já que haverá menos ônibus em circulação, menos poluição sonora, além do da redução do tempo gasto nas viagens entre os municípios. Com menos ônibus circulando, a expectativa é de uma economia de aproximadamente R$ 21 milhões/ano em gastos como acidentes e manutenção de viário. Está prevista também redução significativa do consumo de energia, pois o VLT consome 2,6 menos energia do que os ônibus e 5,4 menos do que os automóveis.

Características do VLT

O VLT da Baixada Santista apresenta características inéditas no mercado brasileiro: é o primeiro com tração elétrica, piso 100% baixo – ao nível do chão, facilitando o deslocamento de pessoas com dificuldades de locomoção – e é o único a operar com capacidade para 400 passageiros em cada composição.

São veículos com janelas amplas, ar condicionado, luminárias de led (sistema que converte mais de 80% da energia em luz), espaço para cadeirantes e obesos e portas de plataforma, instaladas nas plataformas de embarque e que abrem de maneira sincronizada com as portas dos VLTs.

Foram adquiridos 22 veículos. Características: 2,65m de largura por 44m de comprimento; velocidade média de 25km/h (a máxima é de 80km/h). O cronograma de entrega prevê que o 1º Veículo deve ser entregue em junho de 2014. A entrega de todas as composições deve ser concluída até maio de 2015.

Trecho Conselheiro Nébias-Valongo

O segundo trecho, Porto- Conselheiro Nébias-Valongo, terá dois terminais (Porto e Valongo), uma Estação de Transferência (Conselheiro Nébias), pátio de manobras no Porto e 14 estações de embarque/desembarque.

Com 5,6km e mais a extensão de 1,5km entre a Estação ConselheiroNébias e o Porto, encontra-se em fase de licenciamento ambiental e as obras serão iniciadas assim que as licenças forem obtidas junto ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) e à Cetesb. O investimento previsto em obras neste trecho é de R$ 250 milhões.

Com relação à operação do SIM - Sistema Integrado Metropolitano (VLT + reestruturação dos sistemas de ônibus intermunicipal e municipal), a previsão de publicação do edital é novembro de 2013 e a empresa vencedora será anunciada no primeiro semestre de 2014.

Histórico do projeto

- 2011 - Governador Geraldo Alckmin anuncia a construção do VLT durante o
Plenária Governo Presente em Santos (agosto)
- 2012 - Conclusão do Projeto Básico do trecho Barreiros - Porto
- 2013 - Conclusão do Projeto executivo da extensão Conselheiro Nébias/Valongo
Início das Obras Civis do Trecho Barreiros-Conselheiro Nébias (maio)
- 2014 - Conclusão das obras do 1º.trecho (junho)
Chegada do 1º. veículo (julho)
2015 - Chegada do 22º Veículo (maio)

sexta-feira, 31 de maio de 2013

Primeira parte do VLT do litoral de SP fica pronta em 2014

29/05/2013 - G1 Santos

A inauguração das obras do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) foi realizada nesta quarta-feira (29), na Baixada Santista, e contou com a participação do governador Geraldo Alckmin. O primeiro local foi inaugurado no período da manhã em Santos e, em seguida, a comitiva foi até a cidade de São Vicente para realizar a segunda inauguração.

A previsão é que o primeiro trecho do VLT, que vai ligar Santos e São Vicente, fique pronto no meio do ano que vem. A previsão é que cerca de 70 mil passageiros utilizem o novo meio de transporte. O VLT vai ocupar a antiga linha férrea para ligar as cidades do litoral de São Paulo. Cerca de mil operários devem trabalhar nas obras de construção.

A primeira etapa do projeto do VLT vai ter 9,5 quilômetros de extensão. Terá um terminal, na área continental de São Vicente, uma estação de transferência, na avenida Conselheiro Nébias, em Santos, e 11 estações de embarque e desembarque, seis em São Vicente e cinco em Santos.

A previsão é que a primeira parte fique pronta em 12 meses. “São 22 trens e cada trem com sete carros, todos elétricos e silenciosos. Vai ser o primeiro VLT elétrico do país. A primeira etapa é da Conselheiro Nébias até São Vicente, no terminal Barreiros. Em setembro já começa a segunda etapa, da Conselheiro Nébias até o Valongo”, explica o governador.

A segunda etapa, que começa em julho, terá um trecho de 6 quilômetros entre a estação Conselheiro Nébias e o Valongo. Serão nove estações de embarque e desembarque. O primeiro VLT deve começar a circular em julho do ano que vem, inicialmente em fase de testes.

Leia também:

Acesso à Baixada Santista terá R$ 600 milhões

quarta-feira, 29 de maio de 2013

Começam as obras do VLT na Baixada Santista

29/05/2013 - Governo SP

Veículo Leve sobre Trilhos atenderá diretamente 87 mil usuários por dia; previsão é que as obras sejam finalizadas em junho de 2014

Gilberto Marques







Obras do VLT na Baixada Santista receberão mais de R$ 800 milhões em investimento

O governador Geraldo Alckmin deu início nesta quarta-feira, 29, às obras do primeiro trecho do VLT (Veículo Leve sobre Trilhos) na Baixada Santista. O empreendimento faz parte do Sistema Integrado Metropolitano (SIM), que visa reestruturar o transporte público da Baixada. A previsão é que as obras sejam finalizadas em junho de 2014.

"Estamos iniciando uma grande obra, R$ 895 milhões, 16,6 km de ferrovias, 22 trens, 154 carros, o primeiro VLT elétrico, poluição zero, silencioso, confortável, sete carros cada trem, com 400 passageiros por trem. O primeiro lote começa aqui na Conselheiro Nébias [em Santos] com a Francisco Glicério, e vai até São Vicente, no terminal Barreiros, 9,5 km", disse o governador.

Mapa traz o traçado do VLT (Veículo Leve sobre Trilhos) da Baixada Santista; primeiro trecho corresponde à cor vermelha

O trecho entre Barreiros (São Vicente) e Conselheiro Nébias (Santos) será servido por um terminal (Barreiros), uma Estação de Transferência (São Vicente), pátio de apoio do VLT e 11 estações de embarque/desembarque ao longo do traçado. Seis estações serão instaladas em São Vicente e outras cinco em Santos.

"Em setembro começa o segundo trecho, da Conselheiro Nébias até o Valongo. São mais 7,1 km, com prazo de 12 meses para ter a obra física concluída e também os trens para poder iniciar os testes de operação. Grande conquista para a região", completou Alckmin.

O Veículo Leve sobre Trilhos atenderá diretamente 87 mil usuários por dia, com intervalo médio de 210 segundos entre os veículos. De maneira indireta, todos os habitantes (1,7 milhão) dos nove municípios da Região Metropolitana da Baixada Santista vão usufruir dos benefícios do VLT, já que haverá menos ônibus em circulação, menos poluição sonora, além da redução do tempo gasto nas viagens entre os municípios.

Do Portal do Governo do Estado

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Prefeitura garante R$ 800 milhões do PAC para fazer VLT

07/03/2013 - PMSJC.

O prefeito de São José dos Campos trouxe nesta quarta-feira (6) de Brasília a garantia necessária para realizar aquela que será a maior obra de mobilidade urbana da história da cidade. Foram autorizadas verbas do Programa de Aceleração do Crescimento de Mobilidade, do governo federal, para projetar e construir a primeira etapa do Veículo Leve sobre Trilhos, o VLT.

A liberação dos R$ 800 milhões para o projeto foi anunciada nesta quarta-feira pela presidenta Dilma Rousseff em reunião do Ministério das Cidades com prefeitos e governadores no Palácio do Planalto. Outros R$ 26,8 milhões também foram liberados para pavimentação e qualificação das vias urbanas da cidade. De São José dos Campos estiveram presentes o prefeito e secretário de Transportes.

A proposta de implantar um VLT em São José dos Campos foi retomada pela administração e passou por um processo de readequação técnica para garantir sua viabilidade. “Desde o fim do ano passado temos feito um grande esforço junto ao governo federal para adequar a proposta a moldes que sejam possíveis de ser atendidos pelo PAC. Assim conseguimos separar a proposta em módulos e reduzir os custos de projeto”, relembra o prefeito de São José dos Campos, que já havia tratado do tema com a ministra do Planejamento Miriam Belchior no ano passado e com a própria presidenta Dilma neste ano. Este esforço da prefeitura municipal foi essencial para garantir a liberação das verbas e consolidar a implantação do novo sistema de transporte, que prevê um enorme impacto na forma como a cidade se locomove.

A implantação do VLT é prevista para ser iniciada a partir da zona Sul da cidade, começando na região dos bairros D. Pedro II e Campo dos Alemães, passando pela região do Bosque dos Eucaliptos e Satélite até a altura da Via Dutra, em frente ao Vale Sul Shopping, num trajeto de cerca de 15 km. A partir de então a meta do governo é interligá-lo ao Centro e posteriormente à região Leste.

Impacto Urbano e Social 

Nesta primeira etapa, no trecho Sul, a população atendida direta e indiretamente é de 215 mil habitantes. Segundo estudos do Ipplan, nesta região ocorrem hoje mais de 184 mil deslocamentos de transporte coletivo por dia e quase 241 mil viagens de transporte individual. 
Já a capacidade estimada do sistema VLT pode atingir até 200 mil passageiros por dia, transformando completamente a realidade do transporte na região.

Entre desenvolvimento do projeto e realização desta primeira fase da obra, a estimativa é de um prazo de 4 anos. 

Conteúdo nacional

Pelas regras do PAC, pelo menos 80% dos produtos manufaturados da obra devem ter conteúdo brasileiro. Já os serviços devem ser 100% nacionais.

VLT

O VLT – Veículo Leve sobre Trilhos é um recurso que permite repensar as cidades com mobilidade sustentável, assegurando a qualidade do serviço e a revitalização do espaço urbano. Além de transportar usuários com segurança e conforto, o sistema gera empregos e proporciona mais liberdade à população.

Velocidade máxima: 80 km/h
Velocidade comercial (média): 30 km/h
Veículo com 2,65 m de largura em média
Capacidade aproximada 400 passageiros/veículo
Estimativa de 13 mil passageiros/hora (pico)